terça-feira, 18 de fevereiro de 2025
Às vezes olho aos céus
Vendo o mundo
E o mundo gira…
Eu caio no mais profundo
Universo que vive
As estrelas brilham cores
As estrelas brilham constelações
Dos mais diversos sabores
Que só sinto em mim
Porque eu vi as formas delas
Que já viviam em mim
Sou o navegador e as caravelas
Às vezes olho aos céus
O sol é explosão
E o mundo gira… por que eu não
Faço minha revolução?
Às vezes olho aos céus
E encontro singularidade
Os olhos podem voltar-se a mim
Em meu núcleo está a felicidade
Arte | Poesia | A melhor hora, há 13anos


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